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O que ver

O que ver

O que ver Fuente: Universia

O que ver

Esta capital europeia é uma das mais acolhedoras do velho continente, e o clima é ameno e a gastronomia é de excepção.

Belém

Quem chega de comboio, ao sair da estação e seguindo para a sua esquerda, estará a ir em direção aos principais monumentos da cidade.

Mosteiro dos Jerónimos

Edifício imponente de arquitectura exuberante. É um monumento à riqueza da Era dos Descobrimentos, constitui o auge da arquitetura manuelina. Foi encomendado por D. Manuel I em 1501, pouco depois do regresso de Vasco da Gama da sua histórica viagem.  Ao entrar no Mosteiro dos Jerónimos, poderá ver o Túmulo de Camões e do explorador Vasco da Gama.

A impressionante Praça do Império fica mesmo em frente ao Mosteiro, e em ocasiões especiais é iluminada por uma colorida fonte que se encontra ao centro da Praça.

Mesmo perto ainda há o largo dos Jerónimos onde se encontra a antiga “Confeitaria de Belém”, vá lá para experimentar os famosos e originais “Pastéis de Belém”. Vale a pena, paragem obrigatória!

Centro Cultural de Belém

Para quem está de frente para os Jerónimos, fica à esquerda do Mosteiro. Foi erguido no início dos anos 90 e inaugurado como Sede da Presidência Portuguesa da Comunidade Europeia. Hoje é um grande Centro de Exposições, É bem agradável para quem quer tomar um café e passear em seus jardins com vista para o Tejo, ou ainda visitar as exposições aí patentes.

Monumento aos Descobrimentos

Bem destacada na margem do rio, este monumento foi construído em 1960 para assinalar os 500 da morte de D.Henrique, o navegador.  Foi encomendado pelo regime de Salazar, tem 52 metros de altura e celebra os marinheiros, patronos reais e todos os que participaram no desenvolvimento da Era dos Descobrimentos.

Neste monumento estão D. Henrique (o Navegador), D. Afonso V (patrono dos primeiros exploradores), Vasco da Gama e Pedro Álvares Cabral.

O senhor que está logo atrás de Pedro Álvares Cabral, segurando uma espécie de argola é Fernão de Magalhães (que atravessou o Pacífico em 1520).

Réplica do Avião de Sacadura Cabral

No meio do caminho, entre o Monumento aos Descobrimentos e a Torre de Belém, está a réplica em tamanho original do avião usado por Sacadura Cabral que fez a primeira travessia aérea do Atlântico em 1922.

Torre de Belém

É dos monumentos mais espectaculares de Lisboa e um dos mais visitados por turistas de todo o mundo.  Também foi encomendada por D. Manuel I como fortaleza no meio do rio Tejo.  Ponto de partida para os navegadores dos descobrimentos. A beleza da torre está na sua decoração exterior. O interior gótico, por baixo do terraço que servia como armaria e prisão, é muito austero, mas as salas da torre merecem a visita por causa da galeria e do panorama que daí se desfruta.

Ponte 25 de Abril

De qualquer um dos pontos turísticos acima mencionados se consegue ver a Ponte 25 de Abril. Originalmente chamada Ponte Salazar, por ter sido mandada construir por ele em 1966, mudou de nome para comemorar a Revolução de 25 de Abril de 1974, que restaurou a democracia em Portugal.

Cristo Rei

Inspirado no famoso Cristo Redentor do Rio de Janeiro, esta estátua abre os seus braços na margem sul do Tejo e está voltada para Lisboa.  A figura de Cristo, com 28m de altura, erguida sobre um pedestal, foi construída em 1946-1959, em cumprimento do voto do Episcopado Português pedindo a Deus que Portugal não entrasse na Segunda Guerra Mundial.

O monumento pode ser visto de muitos locais da cidade, mas vale a pena atravessar para o outro lado do rio e visitar o local.  Evite as horas de maior de trânsito. Um elevador e alguns degraus levam aos 82m de altura, no alto do pedestal com bela vista sobre o rio e a cidade de Lisboa.

Bairro Alto e Alfama

O Bairro Alto é uma zona fascinante de ruas empedradas, casas velhas e pequenas mercearias. Bairro tradicionalmente boémio, é uma área residencial com uma comunidade muito unida. Há poucos anos, tornou-se muito popular durante a noite por causa dos bares e casas de fado.

A parte do Chiado é uma área de lojas e cafés elegantes que se estendem desde a Praça Luís de Camões até à Rua do Carmo e à Baixa.

O interessante é andar por lá e “descobrir” ruas, cafés e qualquer outra coisa que nos encante o suficiente para tirarmos uma foto.

No Rossio, perto da estação de comboio, há o Elevador de Santa Justa, também conhecido como Elevador do Carmo. Este liga a Baixa de Lisboa ao Bairro Alto. Ao apanhar este elevador evita ter de subir a pé todas aquelas ruas. Da parte alta da cidade encontra uma vista muito bonita sobre o Tejo. Vale a pena.

Igreja do Carmo e suas Ruínas

Pode apanhar o Elevador do Carmo, e ao sair na Travessa do Carmo, logo à direita encontra as ruínas da Igreja.  Os graciosos arcos desta Igreja, uma das maiores de Lisboa, erguem-se como recordação daquele terramoto histórico ocorrido na cidade. A única parte intacta tornou-se um museu arqueológico.

A Igreja do Carmo chegou a ser a maior de Lisboa. Hoje, a nave a céu aberto é tudo o que resta dos arcos e pedras que caíram sobre a congregação durante uma missa.

A capela-mor, cujo telhado resistiu, hoje é o Museu Arqueológico. No exterior, no Largo do Carmo, encontra-se o chafariz do Carmo.

Café “A Brasileira”

A rua paralela, à esquerda, da Travessa do Carmo é a Rua Garret, que é, digamos, a principal artéria comercial do Chiado e é nesta rua onde fica o café “A Brasileira”, o preferido de Fernando Pessoa.

Pode-se inclusive tirar uma foto junto à sua estátua! O café é bem elegante e fica no Largo do Chiado, é decorado com espelhos dourados.

Alfama

É difícil de acreditar que este bairro tão modesto já foi o mais agradável da cidade.

Para os Mouros (muçulmanos), as ruas estreitas em volta do castelo constituíam toda a cidade. As origens do declínio surgiram na Idade Média, quando os residentes ricos se mudaram para oeste com receio dos terramotos, deixando o bairro para pescadores e pobres.

Uma dica útil é apanhar o eléctrico nº 28 e ir até ao Castelo de São Jorge, que talvez seja um dos locais mais interessantes para se visitar.

Castelo de São Jorge

O castelo fica no alto de uma Colina. Depois da reconquista de Lisboa aos Mouros, D. Afonso Henriques transformou a cidadela em residência dos reis portugueses.

Depois do terramoto, as muralhas permaneceram em ruínas por quase 200 anos, foi quando Salazar iniciou a sua renovação, reconstruindo as muralhas medievais.

Actualmente o castelo com as suas ruas estreitas permite um passeio agradável e a vista lá de cima é magnífica.

É possível caminhar pelas muralhas e subir até as torres do castelo.

Sé” é uma abreviatura de Sedes Episcopalis. É muito bonita e imponente.

A sua arquitetura encanta. A História diz que D. Afonso Henriques mandou construir uma catedral no local de uma antiga mesquita, para o primeiro bispo de Lisboa.

A peça mais valiosa da catedral é uma arca que contém os restos mortais de São Vicente, que foi transferida do Cabo de São Vicente para Lisboa.

Igreja de Santo António

A pequena e popular Igreja de Santo António, que fica bem perto da Sé, encontra-se alegadamente no local onde era a casa em que o santo nasceu. A cripta com entrada pela sacristia, à esquerda da igreja, é tudo o que resta da igreja original, destruída pelo terramoto.  A nova Igreja foi parcialmente paga por crianças que pediam “um tostãozinho para o Santo António”. Hoje o chão da pequena capela da cripta ainda está coberto por moedas e as paredes exibem mensagens de devotos.

É tradição que os jovens casais visitem a igreja no dia do casamento e deixem flores para Santo António (que também é o padroeiro de Lisboa), que se diz dar boa sorte aos recém-casados.